
As emigrações brasileiras
O Brasil, hoje em dia é um país de emigração. Os primeiros movimentos de saída de grande proporção foram registrados na década de 1970, com a emigração, para o Paraguai, de sulistas que venderam as suas terras ou perderam os seus empregos. Hoje em dia esse emigrantes, que são conhecidos como "brasiguaios", representam cerca de 5% da população desse país.
A partir de 1980, milhares de brasileiros de ascedência japonesa foram atraídos por ofertas de trabalho no Japão. Muitos tinham formação superior e foram pro Japão pra exercer serviços de baixa remuneração e de baixa qualificação para o padrão japonês. Esses são conhecidos como "dekasseguis". Antes do governo japonês tomar a iniciativa da mão-de-obra de descendentes japoneses, cerca de 2 mil brasileiros viviam no Japão. Hoje em dia, são mais de 200 mil.
Nos Estados Unidos, o emigrante brasileiro é chamado de "brazuca". A maioria trabalha em serviços de baixa remuneração. São babás, faxineiros, engraxates, balconistas e etc.
Alemanha, Portugal e Itália abrigam, juntos, cerca de 150 mil brasileiros. Nesses três países vivem 60% dos emigrantes brasileiros que estão na Europa.
A partir de 1980, milhares de brasileiros de ascedência japonesa foram atraídos por ofertas de trabalho no Japão. Muitos tinham formação superior e foram pro Japão pra exercer serviços de baixa remuneração e de baixa qualificação para o padrão japonês. Esses são conhecidos como "dekasseguis". Antes do governo japonês tomar a iniciativa da mão-de-obra de descendentes japoneses, cerca de 2 mil brasileiros viviam no Japão. Hoje em dia, são mais de 200 mil.
Nos Estados Unidos, o emigrante brasileiro é chamado de "brazuca". A maioria trabalha em serviços de baixa remuneração. São babás, faxineiros, engraxates, balconistas e etc.
Alemanha, Portugal e Itália abrigam, juntos, cerca de 150 mil brasileiros. Nesses três países vivem 60% dos emigrantes brasileiros que estão na Europa.
As migrações internas
A principal razão para o inicio da vinda de imigrantes para o Brasil, foi a necessidade de conseguir mão-de-obra pra a lavoura cafeeira. Quando o tráfico cessou, a partir de 1850, a imigração intensificou-se. Antes disso ela já ocorria, mas em pequeno número. Pode-se afirmar que ela começou realmente com a vinda da família real e a abertura dos portos às nações amigas.
As maiores entradas anuais de imigrantes ocorreram no período que se estende de 1988 até 1914 -1918, anos da Primeira Guerra Mundial. O total de imigrantes que entraram no Brasil de 1850 até 2000 foi superior a 5 milhões; aproximadamente 3 milhões fixaram-se aqui e os 2 milhões restantes deixaram o país.
A imigração foi muito forte no período de 1850 até 1934, mas hoje em dia ela se tornou muito menor, menor até que a emigração. As migrações internas ocorreram durante toda a nossa história, mas assumiram maior importância após 1934, com o declínio da imigração e uma maior integração entre as diversas regiões do país. As migrações nas grandes cidades vem aumentando muito desde a década de 1950, acompanhando o aumento da urbanização.
O centro-sul esta emitindo mais imigrantes, e o centro-oeste e a Amazônia estão recebendo.
As maiores entradas anuais de imigrantes ocorreram no período que se estende de 1988 até 1914 -1918, anos da Primeira Guerra Mundial. O total de imigrantes que entraram no Brasil de 1850 até 2000 foi superior a 5 milhões; aproximadamente 3 milhões fixaram-se aqui e os 2 milhões restantes deixaram o país.
A imigração foi muito forte no período de 1850 até 1934, mas hoje em dia ela se tornou muito menor, menor até que a emigração. As migrações internas ocorreram durante toda a nossa história, mas assumiram maior importância após 1934, com o declínio da imigração e uma maior integração entre as diversas regiões do país. As migrações nas grandes cidades vem aumentando muito desde a década de 1950, acompanhando o aumento da urbanização.
O centro-sul esta emitindo mais imigrantes, e o centro-oeste e a Amazônia estão recebendo.
O Brasil e as Migrações Internacionais
A corrente imigratória mais importante foi a portuguesa. Além de serem numericamente mais significativos, esses imigrantes espalharam-se por todo o território nacional. A imigração portuguesa para o Brasil teve ínicio em 1530 e se estendeu até 1970, época em que se reduziu bastante. A partir de 1986, houve uma inversão de fluxo, explicada pelo ingresso de Portugal na União Européia.
As outras correntes de imigrantes foram os italianos, depois os espanhóis, em seguida os alemães e por fim os japoneses. A maioria dos negros africanos e afro-brasileiros, poderiam ter sido empregados na mão-de-obra para a lavoura cafeeira, com a proibição do tráfico de escravos em 1850, vários grupos, principalmente alemães e italianos, foram utilizados para a colonização da atual região Sul do país. Essa migração tornou-se mais intensa com abolição da escravatura, em 1888.
Atualmente as migrações internacionais tornaram-se um fenômeno nunca antes resgistrado em qualquer outra etapa da evolução humana, muitos brasileiros transferiram-se para os Estados Unidos, Paraguai e Japão, além de Europa e outros países, em busca de melhores salários, oportunidades de estudo e melhores condições de vida.
Em 1970, muitos angolanos e moçambicanos de ascendência portuguesa, que perderam seus privilégios com a descolonização desses países, escolheram o Brasil para retomar suas vidas.
No ano de 1990, o Brasil começou a receber imigrantes peruanos, bolivianos, coreanos e chineses. Muitos vivem em situação ilegal. Vivendo na clandestinidade, esses imigrantes, não podem trabalhar com carteira assinada, ter seu próprio negócio. São empregados, por indústrias de confecção, que muitas delas funcionam ilegalmente. Eles trabalham em regime de semi-escravidão, trabalham 17 horas diária e um rendimento inferior ao do salário mínimo estabelecido no país.